Novo ano, diferentes horizontes

Novo ano, diferentes horizontes

Mudar quase sempre provoca medo. Um emprego novo, a necessidade de trocar de endereço e buscar outros amigos, um relacionamento diferente… É comum a vida nos forçar a esta substituição de roteiro, independente de desejos, resistências ou indiferença. O processo é contínuo e costuma envolver riscos.

Dizem os especialistas que, por medo do desconhecido, as pessoas se apegam até mesmo aos problemas. Mas, e quando a mudança envolve um novo ano, uma troca que pode ser apenas na folhinha, temporal, mas que também pode representar um novo ciclo? A olhada no retrovisor para encarar as trezentas e sessenta e cinco possibilidades que se abrem com 2018?

Se sobra expectativa e esperança para uns, para outros representa estresse, ansiedade, um pesadelo em contagem regressiva.  O período está ligado a conclusão, encerramento, a um balanço do que foi e do que está por vir. Há uma cobrança social por ser e estar feliz, por ter e fazer planos.  Quando o saldo difere do que se buscava, costuma surgir a melancolia.

Mas, como bem denominou Carlos Drummond de Andrade, nesta época do ano ocorre a industrialização da esperança. O poeta mineiro lembra que o último dia do ano não é o último dia do tempo. Outros virão. Afinal, sentencia, doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. “Recebe com simplicidade este presente do acaso. Mereceste viver mais um ano”, sugere ele. E tenha certeza que, qualquer que seja o dia, o CVV está disponível para ouvir e conversar com você.

Ótimo 2018 para todos!

Eixo Comunicação CVV

Precisando conversar acesse www.cvv.org.br

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